Para garantir as vendas, a ordem é mimar o consumidor
Este domingo foi o dia internacional do consumidor. E o Jornal Hoje foi até o comércio ver como os clientes são tratados e saber o que as lojas estão preparando para para melhor atendê-los.Marina Araújo - São Paulo
Sol escaldante e em uma barraca de praia em Aracaju o sonho de não sair da cadeira nem para pedir uma bebida é atendido.
“Só apertar um botãozinho aqui e é bem servido, então não precisa melhor, né?", diz uma senhora.
Consumidor gosta de um mimo. No banheiro de uma cervejaria em Maceió as clientes têm produtos de beleza e chapinha a disposição.
“A gente já fica pronta para voltar ao salão”, diz uma mulher.
E que tal escolher o cardápio? Uma sorveteria cria os sabores a partir das sugestões dos clientes.
Para seduzir os consumidores, existem estratégias que eles nem percebem. Até a temperatura faz diferença.
“Na parte dos provadores é mais fresco, porque nós estamos em um país úmido, tropical. Essa economia de ar condicionado em um país como o nosso é perder venda na certa”, declara Fábio Fabbriziani, consultor de vendas.
Uma loja em São Paulo oferece transporte desde o metrô, estacionamento com manobrista gratuito, cafezinho e carrinhos para os pequenos circularem.
Passagem: um espaço para crianças, um parquinho, é um alívio para quem tem filhos e precisa ir ás compras. Mas, hoje, as mulheres têm outra reivindicação: um espaço para quem já cresceu e continua sem paciência para enfrentar o comércio.
“Eu acho que as lojas poderiam ser mais complacentes com os homens, uma televisão com futebol, um joguinho de damas, um barulho, pra gente se distrair”, diz Humberto Cavalcanti, técnico em informática.
“O que mais está sendo pedido e já está em andamento é uma palavra nova: o maridódromo”, declara Valderci Zanardi, gerente.
Será que mais vale ser bem tratado do que um bom desconto? “A partir do momento em que o cliente se sente bem na loja, muitas vezes ele até esquece de pedir o desconto na boca do caixa”, comenta o gerente.
*Obs - Ao envez de exigirem que os negocios focem objetivos, facilitando atendimento e reduzindo custos, querem bom atendimento, aguentando charopes dizendo se fico bom ou nao um produto só pensando em comissão de venda. Na real o que ele precisa são poucas coisas, o consumidor nem sabe exatamente o que comprar, geralmente vai as lojas esperando encontrar o mais bunitinho com menor preço ou esperando tudo nas mãos como o caso da nossa amiga que aperta o botão, nao precisa nem levantar mais a mão...
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